O que o pensamento fora da caixa, a mídia e epidemias de vírus teriam em comum?

 

Tenho falado muito, publicamente, sobre o “pensamento fora da caixa” e analisado a implicação dele na vida diária. Nestes dias, percebi que o pensamento abstrato não-convencional (vamos dizer que “isso” é pensar fora da caixa) pode as vezes despertar medo e insegurança, pois estaríamos abrindo mão do que sabemos para ver as coisas de forma diferente, sobe uma nova perspectiva. O medo é uma reação natural em relação ao desconhecido, certo? Entretanto, fiquei maravilhado com o que tenho encontrado além da caixa! Por isso, convido todos a exercitar um pouco o pensamento livre.

O que me estimula aqui é uma reação raivosa e intensa de meus pensamentos no momento que estudei algumas teorias atuais sobre a terra ser plana ou redonda. Ok, as teorias em si são apenas teorias, “pensamentos abstratos não-convencionais”. Eles, por si só, não fazem mal já que são apenas pontos de vista. Então, porque questionar agressiva e ansiosamente? O que, então, o racional estaria defendendo ou de que estaria se protegendo? Descobri também que não sou o único nesta reação energética, já que os comentários nos blogs que publicam tais informações me mostram uma avalanche de reações parecidas.

É impossível não fazer um paralelo aqui com o mito da caverna de Platão (ou a referência moderna ao mito com a pílula da verdade de Morfeu, no filme Matrix). O mito fala sobre pessoas que viviam acorrentados em uma caverna escura desde seu nascimento, sem contato com o mundo real. Através da luz de uma fogueira, sombras eram projetadas nas paredes e os habitantes da caverna viviam analisando tais imagens. Cenas e situações do dia-a-dia projetadas que eles ficavam ali, dando nomes e julgando. Um dos habitantes consegue romper as correntes e decide ter acesso ao mundo fora da caverna. Percebe que as sombras não passam de projeções de estátuas. No mundo real, uma infinidade de cores, cheiros, texturas, formas e experiências das quais comprovam que as sombras não passavam de ilusões, muito distante do que teve contato.

Mito platão
Imagem descritiva do Mito de Platão.

O paralelo do mito em relação a “pensarmos fora da caixa” está estabelecido quando este ex-habitante da caverna volta para avisar a seus iguais de que eles estariam vivendo uma ilusão. Por não haver nenhuma referência do que este “louco” estaria dizendo, logo ele é ameaçado para não voltar a falar “coisas sem sentido”. Platão estaria aqui citando a reação humana de agressividade ao desconhecido, para manter-se protegida e regida pela lei do menor esforço mantendo a zona de conforto.

Pois então me volto a você. Imagine que as coisas que aprendeu na escola são um ponto de vista específico sobre as coisas, mas não a verdade absoluta. Informações sobre seu corpo e de como alcançar a cura para doenças, de como é a relação entre seu pensamento e a realidade física são alguns exemplos. Imagine que existem outros pontos de vista, que por serem novos, ainda não são de todo conhecidos. Imagine também que tudo que é publicado como notícia ou aceito pela mídia jornalistica também estaria seguindo o mesmo ponto de vista limitado, por tanto, deixando bem fechada as opções para um pensamento aberto, ilimitado. Se isso for uma possibilidade real, será que você iria resistir a uma nova visão para alguém que lhe ofereça sair das correntes? Alguém que lhe sugira parar de assistir as sombras e aceitar ver a vida por um ponto de vista diferente, como os habitantes da caverna?

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Bem, não sei dizer por você, mas o pensamento livre tem me feito pensar em várias possibilidades que podem estar acontecendo no Brasil mas não estaríamos percebendo. Como jornalista, eu já tenho total consciência de que não é interessante que a população tenha pensamento crítico. Quanto mais crítica uma população, mais difícil será para controlar-la. Como terapeuta, eu tenho visto anos a fio pessoas se curando de forma alternativa e milagrosamente. Não consigo também deixar de observar que, justamente no momento onde a população de uma país se cansa de ficar calada frente a corrupção, há notícias de surto de vírus, epidemias e doenças. Como justificar a necessidade de uma vacina, se não houvesse doença? Criando uma.

Neste mesmo momento há notícias de crise financeira e escassez. Mas isso será real, em um país nas proporções territoriais como o Brasil, abundante de recursos? Isso se tornaria real se você acreditar? Agora vem a melhor parte do qual a física quântica já demonstrou ser possível: se você acreditar em algo mais feliz e abundante, isso poderia ser real para você (apesar do que é projetado na caixa da televisão)? Sim.

O novo paradigma científico da física quântica e a Cura Quântica tem me ajudado muito a expandir meu pensamento, a criar uma realidade de plenitude para minha família e em minha maturidade espiritual. Não tenho dúvidas sobre o potencial de cura do corpo físico e da capacidade da consciência para criar sua própria realidade. Pensar fora da caixa exige coragem para romper as correntes da ignorância e começar uma vida com mais cores e liberdade real. No momento que você começa a criar sua própria realidade, aquelas que são falsas ou projetadas ficam claras diante de você como um teatro de fantoches. Seria o pior cego aquele que deixa de tentar enxergar por medo?

Ricardo Oliveira
Jornalista e Terapeuta Holístico.

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Ricardo Oliveira

Eu já estive envolvido com vários grupos holísticos e religiosos durante toda minha vida, formando o terapeuta universalista que sou hoje. Tenho a clara missão de transformar a vida do máximo de pessoas que conseguir!

2 opiniões sobre “O que o pensamento fora da caixa, a mídia e epidemias de vírus teriam em comum?

  • 21 de abril de 2016 em 8:55 PM
    Permalink

    Olá Ricardo,neste caso seria mudança de paradigma,pensar fora da caixa? Depois que li o seu livro,muitas coisas vieram a tona. Era mais ou menos assim: Eu tinha conhecimento que ela existia,mas estava tão longe para mim. Como você disse da política, quanto mais criticarmos ais piora a situação,porque todos estão tão envolvidos que ninguém consegue achar o fio da
    meada.

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    • 25 de abril de 2016 em 1:30 PM
      Permalink

      Sim Akiko! O que forma “a caixa” (ou o que chamamos de “mindset” ou sistema de crenças) são justamente nossos paradigmas. Existem aqueles coletivos (a terra é plana, a terra é redonda, etc) e outros pessoais (dinheiro não nasce em arvore, as coisas só funcionam do meu jeito, quem não estuda não trabalha, etc).

      Quando começamos a pensar de uma forma em todas as possibilidades para uma situação, inclusive aquelas das quais não pensariamos habitualmente, ai sim estamos pensando fora da caixa. Veja que isso será maravilhoso quando se aplicado em si mesmo. Imagine voce diante de uma situação hipotética com a sua vizinha. De repente, você percebe o seu gatinho de estimação morto, envenenado no quintal. Automáticamente você irá pensar na vizinha porque tem um pré-julgamento dela, por observa-la ser muito cruel com os animais. Pensar fora da caixa é não acreditar neste primeiro pensamento, por mais óbvio que seja, ele será apenas um pensamento.

      Pelo estudo do livro Conexão Quântica (que eu sei que você já fez), sabemos que existem milhares de possibilidades para uma experiência, certo? Mas também há possibilidades das quais você, como personalidade, não terá referencias para perceber. Por isso, nem sempre as respostas mais plausíveis para uma questão estará no óbvio, naquele primeiro pensamento. Isso se aplica muito a politica e também as informações que são divulgadas na mídia. Eu como jornalista sei que todo ponto de vista será sempre limitado… e a “verdade” de uma notícia nunca existirá. O que fazemos (ou deveriamos fazer) como jornalistas, deveria ser entregar o máximo de pontos de vista possiveis para que o leitor tenha uma imagem da situação e tire sua própria conclusão.

      Por isso, pensar “fora da caixa” ou ir além do óbvio hoje, para o Brasil, é o que mais precisamos.

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